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PUBLICAÇÕES

Atualizado em 08/03/16 16:13.

Livros

Titulo: O PARADIGMA ECOLÓGICO PARA AS CIÊNCIAS DA LINGUAGEM: ENSAIOS ECOLINGUÍSTICOS CLÁSSICOS E CONTEMPORÂNEOS

Organizadores: Hildo Honório do Couto / Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto / Gilberto Paulino de Araújo  / Davi Borges de Albuquerque

Editora CEGRAF/ UFG      Ano 2016

      Capa Paradigma

Este livro vem atender uma demanda por bibliografia especializada em língua portuguesa. Ele é o resultado de três anos de preparação, entre contato com os autores, com os tradutores e toda a tramitação avaliativa. Trata-se da primeira grande coletânea de textos dos pioneiros da ecolinguística, como Edward Sapir, Einar Haugen, Alwin Fill e Adam Makkai, além de grandes impulsionadores da disciplina como o filósofo da linguagem alemão Peter Finke, Wilhelm Trampe, Peter Mühlhäusler e muitos outros.

 

Título: ANÁLISE DO DISCURSO ECOLÓGICA- ADE

Organizadores: Hildo Honório do Couto / Elza Kioko Nakayama Nenoki Couto / Lorena Araújo de Oliveira Borges

Editora: Pontes     Ano: 2015

CAPA ADE

Esta obra é percursora no sentido de propor novas perspectivas de análise do discurso, ampliando as fronteiras de estudo, para observar, não só o ser humano, mas o uso da língua na relação entre todos os seres vivos em seu meio ambiente, vendo um conjunto holístico na simplicidade complexa da vida.

 

Titulo: LINGUÍSTICA ECOSSISTÊMICA & ANÁLISE DO DISCURSO ECOLÓGICA

Organizadores: Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto & Davi Borges de Albuquerque (orgs.)  

Editora: Thesaurus   Ano:2015

      Capa Linguística Ecossistemica

O presente livro consta basicamente de trabalhos apresentados no IIEncontro Brasileiro de Ecolinguística (II EBE), realizado na UFG em 2014. O objeto central do evento, teve seu início em 2007, com o surgimento da linguística ecossistemica e da análise do discurso ecológica. Atualmente, há diversos autores que apresentam diferentes propostas teóricas e metodológicas no arcabouço dessas teorias. No Brasil, a Ecolinguística vem ganhando espaço a cada dia que passa. Tendo como base essa teoria, reuniu-se uma série de estudantes e pesquisadores que vêm realizando pesquisas, congressos e publicações em geral para promover e aplicar a linguística ecossistêmica nos mais diversos estudos de caso. Esse grupo vem sendo conhecido como Escola Ecolinguística de Brasília, simplesmente pelo fato de ter começado na Universidade de Brasília, porém reunindo professores, estudantes e pesquisadores de várias universidades dos estados do Brasil, sobretudo da Universidade Federal de Goiás, Goiânia, bem como de instituições estrangeiras.

 

Título: Antropologia do Imaginário, ecolinguística e metáfora

Organizadores: Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto / Ema Marta Dunck-Cintra / Lorena Araújo de Oliveira Borges

Editora: Thesaurus  Ano: 2014

      Capa Antropologia do Imaginário

Contrariamente ao que se tem visto nas pesquisas acadêmicas, em que há uma visível compartimentalização, este livro contém uma seleção de ensaios escritos por pesquisadores de duas áreas relativamente recentes e atentas para dialogar uma com a outra. São elas a antropologia do imaginário, de Gilbert Durand, e a ecolinguística. 
No Brasil, a primeira tem sido praticada principalmente por estudiosos das áreas de educação, antropologia e ciências sociais, mas sua introdução na área de linguística, análise do discurso e literatura ocorreu por meio dos trabalhos das pesquisas de Maria Thereza de Queiroz Guimarães Strôngoli e seus alunos na PUC-SP, dentre os quais destacam-se Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto e seu Núcleo de Estudos de Ecolinguística e Imaginário (NELIM), na Universidade Federal de Goiás. Encorajada por Durand, e posteriormente aprovada por ele, Maria Thereza acrescentou aos regimes diurno e noturno o regime crepuscular, que seria o regime sintetizador ou harmonizador dos impulsos respectivamente agressivos ou acomodativos dos outros dois regimes. 
A segunda área representada no livro tem se desenvolvido sobretudo em torno do que veio a ser chamado de Escola Ecolinguística de Brasília, cujo centro irradiador é a Universidade de Brasília, sob a liderança de Hildo Honório do Couto. Essa variedade de ecolinguística partiu do conceito central da ecologia, o ecossistema, motivo pelo qual recebeu o nome de linguística ecossistêmica. Com efeito, a ecolinguística tem sido definida como sendo o estudo das relações entre língua e seu meio ambiente, que, na verdade, é triplo, embora não necessariamente no mesmo sentido das "três ecologias" de Felix Guattari. Existem o meio ambiente natural, o mental e o social da língua, todos inclusos em um quarto, chamado de meio ambiente fundamental da língua, que lembra a 'ecologia integral' de Leonardo Boff.

 

Título: ECOLINGUÍSTICA. UM DIÁLOGO COM HILDO HONÓRIO DO COUTO VOL 4

Organizadores: Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto

Editora: Pontes Editores   Ano: 2013   Coleção Linguagem e Sociedade Vol 4.

Capa Um diálogo com Hildo Honório

Num mundo crescentemente complexo, os indivíduos e as sociedades são chamados a reconhecer que as coisas e seus estados estão todos ligados entre si, tal como uma teia de aranha - a construção ou o corte de um filamento reflete-se em alterações no equilíbrio da teia no seu todo. Este desafio de olhar o real de forma tendencialmente holística, sem perder a especificidade e o rigor da especialização, coloca-se a várias ciências, nomeadamente à linguística, em larga medida porque nada do que existe é alheio ao discurso que o cria e/ou o integra no mundo simbólico do homem. É com este quadro conceptual que o presente livro surge, fruto do percurso que Hildo Honório do Couto tem construído, em seu labor de pesquisa e ensino, ao longo de vários anos. Um livro útil para linguistas e estudiosos da língua de todas as áreas que, partindo da Ecologia de modo radical e do conceito central dessa disciplina - que é o de ecossistema e tudo que lhe diz respeito - reflete sobre as relações entre os vários âmbitos de estudo dentro da linguística e entre esta e outras ciências conexas. Que enquadra esse 'novo ramo da linguística' designado 'ecolinguística', seus princípios fundamentais, objetivos, metodologias e instrumentos, limites e potencialidades. Trata-se ainda de um livro que apresenta a virtualidade de ser de leitura acessível, por adotar uma construção explicitamente dialógica, em formato de entrevista, dirigida por Elza Kioko N.N. do Couto, com três dezenas de perguntas e respostas, capazes de organizar o conhecimento e de oferecer à leitura uma visão esclarecida do pensamento de Hildo Couto sobre a ecolinguística.

 

Título: DA FONOLOGIA À ECOLINGUÍSTICA- ensaios em homenagem a Hildo Honório do Couto

Organizadores: Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto / Davi Borges de Albuquerque / Gilberto Paulino de Araújo

Editora Thesaurus  Ano: 2013

Coletânea composta de depoimentos, artigos, ensaios, carinho, respeito, dedicação que contribuem não só para conhecer um pouco mais do homenageado e seus estudos, mas principalmente porque temos textos que nos levam a pensar, a refletir sobre a linguagem, contribuindo assim para os estúdios da linguagem: da fonologia à ecolinguística.

        Capa da Fonologia à Eco

 

Título: TAO DA LINGUAGEM: UM CAMINHO SUAVE PARA A REDAÇÃO

Organizador: Hildo Honório do Couto

Editora: Pontes   Ano: 2012

Eco

Nesta obra, o autor sugere como a questão sobre o que é o tao da linguagem pode ser respondida. Entre elas, ele coloca que o tao da linguagem, resumidamente, é a linguagem harmoniosa, a linguagem vista como caminho suave. Isso tem uma série de implicações mencionadas na conclusão e discutidas nos capítulos que a antecedem. No último capítulo há uma sugestão de aplicação do que foi discutido no livro ao ensino da redação.

 

Título: ECOLINGUÍSTICA E IMAGINÁRIO

Organizadora: Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto

Editora: Thesaurus    Ano: 2012

Capa Eco e Imaginário

Dividido em onze capítulos que se agrupam entre asserções do Imaginário e da Escola Ecolinguística de Brasília, o livro tem a premissa fundamental de que “para associarmos [as teorias] é necessário fazêlo via ecossistema mental da língua, que é apenas um entre os três outros, o natural e o social” (p. 13). Sutilmente a autora demonstra que desde Platão, passando por Wittgenstein, Sapir, Haugen e Matos, há a necessidade de uma reflexão efetiva que situe a língua para além de suas estruturas internas ou condições de produção, e, portanto, a Ecolinguística emerge como caminho para que a língua e a linguagem sejam compreendidas por meio de seus ecossistemas, por meio da interação que têm com o ambiente. Também se encontra neste livro a brecha teórica que permite trazer a antropologia do Imaginário de Gilbert Durand não apenas como aresta complementar à teoria ecológica, mas também como alicerce: por se tratar de uma vertente holística de análises do homo sapiens que integra o biológico, o psíquico e o pulsional junto às intimações do meio social.

 

Título: LINGUÍSTICA, ECOLOGIA E ECOLINGUÍSTICA: CONTATO DE LÍNGUAS

Organizador: Hildo Honório do Couto

Editora: Contexto  Ano: 2009

     Eco

Se a ecolinguística é definida como o estudo das relações da língua com sua ecologia, ainda fica o desafio de articular bem o que é ecologia de uma língua e se seus diferentes componentes se relacionam diretamente com ela. O triângulo interativo que Couto propõe, ou seja, língua, território e população, é, definitivamente, um convite a um a reflexão mais acurada e empiricamente fundamentada, lembrando-nos que, entre outras coisas, tanto população quanto território são internamente estruturados. O autor nos leva a refletir sobre como vários fatores ecológicos moldaram o português, pelo intermédio da população, bem como deram lugar a estruturas e vitalidades diferenciadas nas outras línguas do Brasil.

 

Título: ECOLINGUÍSTICA - ESTUDO DAS RELAÇÕES ENTRE LÍNGUA E MEIO AMBIENTE

Organizador: Hildo Honório do Couto

Editora: Thesaurus  Ano: 2008

      Eco

Ecolingüística é definida como o estudo das relações entre língua e meio ambiente, o que significa que ela toma conceitos da ecologia biológica para construir suas bases epistemológicas. Os dois passos iniciais são, portanto, verificar- 1- quais são os conceitos ecológicos mais importantes e 2- quais são seus equivalentes nos estudos da linguagem, ou como são aplicados nela, entre eles, os de ecossistema, diversidade, inter-relações e evolução. A ecolingüística encara os fatos da linguagem em sua dinâmica e em suas inter-relações. Seu objeto já vinha sendo investigado por disciplinas parcelares. Ela não veio substituí-las.Tampouco tem a pretensão de estudar tudo. Praticar ecolingüística é continuar fazendo o que já se fazia antes, na área da linguagem, só que se colocando em uma nova perspectiva, holística, integradora. É uma nova postura frente a vida e ao mundo. Numa época de crescente devastação do meio ambiente, causada pelo aumento brutal da população, cada ser pensante tem obrigação de conscientizar as pessoas, a fim de tentarmos frear o processo, em nosso próprio interesse. A natureza é neutra a esse respeito. Uma maneira de assumir a nova postura é cada lingüista continuar estudando sua árvore, sem esquecer que ela faz parte de uma floresta.

 

Título: EM BUSCA DA CASA PERDIDA: AS VOZES E IMAGINARIO DE MENINOS DE RUA

Organizadora: Elza Kioko Nakayama Nenoki Murata

Editora: Anna Blume  Ano: 2005

Capa Em busca da casa perdida

O tema do livro é bastante atual, original e relevante para o estudo da língua portuguesa, sobretudo para seu ensino em escolas públicas ou em entidades que atendam alunos carentes. A originalidade está não apenas no estudo da relação da narratividade com a língua em uso, mas também em sua abordagem interdisciplinar, pois focaliza a narratividade e suas estruturas sintáticas e semânticas do ponto de vista da Análise do Discurso centrada nos estudos da narratologia e na antropologia do imaginário. O livro abrirá perspectivas valiosas para a educação, pois pode subsidiar professores a terem um ponto inicial de apoio para o ensino da língua portuguesa por meio de textos contextualizados e reveladores de um perfil de clientela específica.

 

Capítulos de livros 

STRÔNGOLI, Maria Thereza; DO COUTO, Elza K. N. N. Entre l?homme et la mort: le myth. Revue Symbolon. 10ed. Craiova e Lyon: l?Université de Craiova est éditée l?Institut de Philosophie de Université Jean Moulin, Lyon 3, 2015, v. 10, p. 10-25.

 

SILVA, S. S. A relação epistemológica entre a antropologia do imaginário e a ecolinguística. In: Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto; Ema Marta Dunck-Cintra; Lorena Araújo de Oliveira Borges. (Org.). a relação epistemológica entre a antropologia do imaginário e a ecolinguística. 1ed.Brasília: Thesaurus, 2014, v. , p. 227-237.

 

SCHMALTZ NETO, G. F. Por uma ecolinguística do imaginário: arco do amanhecer como metáfora de linguagem, inter-relação e meio-ambiente. In: Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto; Ea Marta Dunck-Cintra; Lorena Araújo de Oliveira Borges. (Org.). Antropologia do Imaginário, Ecolinguística e Metáfora. 01ed.Brasília: Thesaurus, 2014, v. 01, p. 01-259.

 

COUTO, E. K. N.; COUTO, H. H.; MATO, F. G. Ecolinguagem. Antropologia do imaginário, ecolinguística e metáforas. 1 ed. Brasília: 2014, v.1, p. 215-224

 

COUTO, E. K. N. N. Literatura, Imagem e Imaginário: reverberações na educação. In: João de Deus Vieira Barros. (Org.). Imagem, Imaginário e Educação. 1 ed.São Luis do Maranhão: EDUFMA, 2012, v. 1, p. 01-2013.

 

COUTO, E. K. N. N.; CINTRA, E. M. D. (Org.); BORGES, L. A. O. (Org.). Antropologia do imaginário, ecolinguística e metáforas. 1. ed. Brasília: Thesaurus, 2014. V. 600. 260p.

 

COUTO, E. K. N. N. Em busca da casa perdida: vozes e imaginário de meninos de rua. 1. ed. São Paulo: Anna Blume, 2005. V. 500. 218p

 

DOURADO, Z. O Imaginário e a metáfora do movimento. In: Elza do Couto; Ema Dunck-Cintra; Lorena Borges. (Org.). Antropologia do Imaginário, Ecolinguística e Metáfora. 1ed.Goiânia: Thesaurus, 2014, v. I, p. 115-123.

 

SCHMALTZ NETO, G. F. Por uma ecolinguística do imaginário: arco do amanhecer como metáfora de linguagem, inter-relação e meio-ambiente. In: Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto; Ea Marta Dunck-Cintra; Lorena Araújo de Oliveira Borges. (Org.). Antropologia do Imaginário, Ecolinguística e Metáfora. 01ed.Brasília: Thesaurus, 2014, v. 01, p. 01-259.

 

ARAÚJO, Gilberto P. de;  COUTO, Elza K. N. Nenoki doA semâtica lexical vista pela ecolinguística. In: COUTO, Elza Kioko Nakayama Nenoki do; ALBUQUERQUE, Davi Borges de; ARAÚJO, Gilberto Paulino de (Orgs.). Da fonologia à ecolinguística: Ensaios em homenagem a Hildo Honório do Couto. 1ed. Brasília: Thesaurus, 2013, v. 01, p. 11-496.

 

ARAÚJO, Gilberto Paulino de; COUTO, Elza Kioko Nakayama Nenoki do. ECOLINGUÍSTICA: uma abordagem ecossistêmica dos estudos da linguagem. In: GONÇALVES,  Erli Helena; AVILA, Carlos F. Domínguez (orgs). Estado, Democracia e Desenvolvimento no Brasil: estudos interdisciplinares  1 ed.  - Curitiba, PR: CRV, 2012. p. 445 - 457.

 

Trabalhos completos publicados em anais

BORGES, L. A. O. O imaginário das escolas pioneiras: a dimensão mítico-ideológica do projeto educativo da Escola da Ponte. In: V Colóquio Internacional Educação, Imaginário, Mitanálise e Utopia., 2013, Niterói (RJ). Anais, 2013.

 

CASTRO, M. C. D. AGUIAR, M. S. Maranhão, toponymics and history. In: XXIV CONGRÉS INTERNACIONAL D'ICOS SOBRE CIÈNCIES ONOMÀSTIQUES, 2014, Barcelona. Els noms en la vida quotidiana. Actes del XXIV CONGRÉS INTERNACIONAL D'ICOS SOBRE CIÈNCIES ONOMÀSTIQUES. Barcelona: Biblioteca Técnica de Política Linguística, 2014. p.1550 - 1558

 

COUTO, H. H. ; COUTO, E. K. N. N.  Une possibilité de dialogue entre l'anthropologie de l'imaginaire et l'écolinguistique. In: II Congresso Internacional de Centre de Recherches Internationales sur l'imaginaire, 2015, Porto Alegre-RS. Congresso Internacional do Centre de Recherches Internationales sur l?Imaginaire. Porto Alegre-RS: Imaginalis, 2015. v. 2. p. 99-109.

http://imaginalis.pro.br/wp-content/uploads/woocommerce_uploads/2015/10/anais2congresso_1457364351_wc_order_56dd9c8283ad3.pdf

 

COUTO, E. K. N. N.; FREITAS, H. B.; SILVA, L. C. M. E. O regime crepuscular e a construção do imaginário sustentável na publicidade Colgate. In: II Congresso Internacional de Centre de Recherches Internationales sur l'imaginaire, 2015. Caderno de resumos do II Congresso Internacional do Centre de Recherches Internationales sur l'imaginaire. Porto Alegre-RS: Imaginalis, 2015. v. 23. p. 685-783.

http://imaginalis.pro.br/wp-content/uploads/woocommerce_uploads/2015/10/anais2congresso_1457364351_wc_order_56dd9c8283ad3.pdf

 

COUTO, E. K. N. N.; BUSNARDO, A. O Rio e a Cidade: Olhares Sob o Imaginário e a Ecolinguística. In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 211-224.

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

COUTO, E. K. N. N.. A Interface Entre Educação e Metáfora Pela Antropologia do Imaginário. In: V Colóquio Internacional Educação, Imaginário, Mitanálise e Utopia, 2013, Niterói.

 

COUTO, E. K. N. N.. Educação, literatura e redundâncias míticas em Sete anos e mais sete de Marina Colasanti. In: IV Colóquio sobre Imaginário, Cultura e Educação, 2011, Niterói- Rio de Janeiro. IV Colóquio sobre Imaginário, Cultura e Educação, 2011. v. I.

 

COUTO, E. K. N. N.; STRÔNGOLI, M.T. La configuration du manque et de la carence dans l'imaginaire des enfants de la rue. In: 8 éme Congrès de l'Association Internationale de Sémiotique, 2006, Lyon. Actes du 8ème Congrès de l'Association Internationale de Sémiotique. Lyon: PULIM, 2006.

 

COUTO, E. K. N. N.; Strôngoli, M.T; Martins, G.V.; Martins, E.B.O ; Farabotti, M.M. Em busca das paixões da falta e da carência. In: X Colóquio de Pesquisas Sociossemióticas (CPS, 2004, São Paulo. MURATA, E. K. N.; VASCONCELOS, MARTINS, G. V.; MARTINS, E. B. O.; M. M. ; FARABOTTI, K. C. ; STRONGOLI, M. T. ; NASCIMENTO, E. M. . Em busca das paixões da falta e da carência. In: X Colóquio de Pesquisas Sociossemióticas (CPS), 2004, São Paulo. Textos. São Paulo, 2004.

 

DOURADO, Z. O corpo e a corporeidade pelo viés da Ecolinguística e da Antropologia do Imaginário. In: II Congresso Internacional do CRI2i - a teoria do imaginário 50 anos depois: conceitos, noções, metáforas, 2015, Porto Alegre. Anais do II Congresso Internacional do Centre de Recherches Internationales sur I'Imaginaire - a teoria do imaginário 50 anos depois: conceitos, noções, metáforas. Porto Alegre: Instituto Imaginalis, 2015. v. 1. p. 1350-1361.

http://imaginalis.pro.br/wp-content/uploads/woocommerce_uploads/2015/10/anais2congresso_1457364351_wc_order_56dd9c8283ad3.pdf

 

DOURADO, Z. A Linguagem da Capoeira: Uma interpretação Ecolinguística e Mítica. In: I Encontro Internacional e VII Encontro Nacional do Gelco - Grupo de estudos de linguagem do Centro Oeste, 2014, Cidade de Goiás. Estudo da Linguagem no Centro Oeste em perspectiva de internacionalização. Cidade de Goiás: Instituição UEG, 2015. v. 1. p. 87-99.

http://www.gelco2014.ueg.br/anais_gelco_2014.pdf

 

SCHMALTZ NETO, G. F.. O imaginário sob a perspectiva ecológica da linguagem. In: II Congresso Internacional do Cri2i: A teoria geral do imaginário 50 anos depois: conceitos, noções, metáforas, 2015, Porto Alegre. Anais do Internacional do Cri2i: A teoria geral do imaginário 50 anos depois: conceitos, noções, metáforas, 2015.

http://imaginalis.pro.br/wp-content/uploads/woocommerce_uploads/2015/10/anais2congresso_1457364351_wc_order_56dd9c8283ad3.pdf

 

SCHMALTZ NETO, G. F.. Mitodologia do Animê. In: IV Colóquio Internacional Imaginário, Cultura e Educação, Niterói. Educação, Imaginário, Mitanálise e Utopia, 2011. v. IV.

 

SCHMALTZ NETO, G. F.. Death Note e o Herói ao contrário: uma leitura simbólica discursiva. In: Encontro Nacional de Estudos sobre Quadrinhos e Cultura Pop, 2011, Recife. Anais Hq, 2011.

http://pt.scribd.com/doc/85388278/2011-Anais-EncontroHQ#scribd

 

SILVA, S. S.; COUTO, E. K. N. N.  O olhar que distorce o tempo e o espaço: mitocrítica do discurso científico. In: II Congresso Internacional de Centre de Recherches Internationales sur l'imaginaire, 2015, Porto Alegre-RS. Caderno de resumos do II Congresso Internacional do Centre de Recherches Internationales sur l'imaginaire. Porto Alegre-RS: Imaginalis, 2015. v. 2. p. 891-900.

http://imaginalis.pro.br/wp-content/uploads/woocommerce_uploads/2015/10/anais2congresso_1457364351_wc_order_56dd9c8283ad3.pdf

 

SILVA, S. S.. A mulher, o desejo e o medo: uma leitura mitocrítica de As cabeças trocadas, de Thomas Mann. In: I Ciclo de Discussões Online - O Imaginário do Medo, 2011, Goiânia. Caderno de Estudos - O Imaginário do Medo, 2011. p.65-84.

http://gepai.yolasite.com/resources/Caderno%20de%20Estudos%20Nelim%20-%20O%20Imagin%C3%A1rio%20do%20Medo.pdf

 

SANTOS, S. M.. A figura feminina no conto O leopardo é um animal delicado, de Marina Colasanti. In: I Ciclo de Discussões Online - O Imaginário do Medo, 2011, Goiânia. Caderno de Estudos - O Imaginário do Medo, 2011. p. 85-94.

http://gepai.yolasite.com/resources/Caderno%20de%20Estudos%20Nelim%20-%20O%20Imagin%C3%A1rio%20do%20Medo.pdf

 

DOURADO, Z.. A loucura sob o signo da punição – o medo em Túnel de papel. In: I Ciclo de Discussões Online - O Imaginário do Medo, 2011, Goiânia. Caderno de Estudos - O Imaginário do Medo, 2011. p. 95-108.

http://gepai.yolasite.com/resources/Caderno%20de%20Estudos%20Nelim%20-%20O%20Imagin%C3%A1rio%20do%20Medo.pdf

 

SCHMALTZ NETO, G. F.. Correntes, maçãs e shinigamis: o imaginário do medo em Death Note. In: I Ciclo de Discussões Online - O Imaginário do Medo, 2011, Goiânia. Caderno de Estudos - O Imaginário do Medo, 2011. p. 119-134.

http://gepai.yolasite.com/resources/Caderno%20de%20Estudos%20Nelim%20-%20O%20Imagin%C3%A1rio%20do%20Medo.pdf

 

CEREZER, M. L..  Uma Visão Ecolinguística Sobre o Discurso que Impulsiona as Ações do Estado Islâmico. In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 31-37.

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

SIMIÃO, L. K. R.. Uma Abordagem Ecolinguística das Preposições Portuguesas. In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 38-51

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

SILVA, L. C. M.. Marina Silva e o Discurso Político: Uma análise Sob a Perspectiva da Análise do Discurso Ecológica. In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 60-70.

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

CAMARGO, H. W.; ROCHA, T.. Estudos Sobre a Ritualização do Consumo no Cinema. In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 71-84.

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

SANTOS, S. M.. O Imaginário e o Espaço em Canções Religiosas: Um Estudo das Canções do Padre Zezinho que Retratam Algum Elemento da Natureza. In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 109-115.

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

MARIANO, A. B. N.; COUTO, E. K. N. N.. A Ilha dos Gatos Pingados de J. J. Veiga e a Criação Libertadora: Uma Proposta Ecolinguística. In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 126-134.

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

PRUDENTE, M. P.. Multilinguismo in Lethen. In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 172-186.

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

FILHO, J. N. A.. As Interações na Catira da Região De Formosa (GO): Uma Análise Ecolinguística.  In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 187-197.

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

SCHMALTZ NETO, G. F.. Para Compreender o Meio Ambiente Mental: Anotações de um Ecolinguista Sobre o Cérebro. In: II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística, 2015, Formosa-GO. II Encontro brasileiro de Imaginário e ecolinguística. Formosa- GO: Universidade Estadual de Goiás-Campus de Formosa, 2015. p. 198-210.

https://drive.google.com/file/d/0By1v7dQNhlTdTkQ3d0RoTElXdU1lUkZkV1p0R0pQaUZMdWZB/view?pref=2&pli=1

 

CASAROLI, Lutiana; COUTO, Elza Kioko N. N. do. Autorreferencialidade midiática: Imagem e Imaginário. In: Anais do II Congresso Internacional do CRI2i. Porto Alegre: Imaginalis, 2015.

http://imaginalis.pro.br/wp-content/uploads/woocommerce_uploads/2015/10/anais2congresso_1457364351_wc_order_56dd9c8283ad3.pdf

 

CASAROLI, Lutiana. A comunicação organizacional em uma sociedade midiatizada sob a perspectiva da análise ecológica do discurso. In: Anais do ABRAPCORP. Porto Alegre: PUCRS, 2015.

http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/Ebooks/Pdf/978-85-397-0751-5.pdf

 

CASAROLI, Lutiana. As mutações socioespaciais provenientes da inserção das tecnologias de comunicação e informação no espaço urbano e rural das cidades digitais. In: Anais do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom. São Paulo: INTERCOM, 2014.

  

Resumos publicados em anais de Congressos

COUTO, E. K. N. N.. A antropologia do imaginário nos estudos linguísticos e literários. In: XI Colóquio de pesquisa e extensão, 2010, Goiânia. XI Colóquio de Pesquisa e extensão. Goiânia: UFG, 2010.

 

COUTO, E. K. N. N.. Imaginário: trajeto antropológico em Leito de folhas verdes. In: Simpósio Internacional de Estudos Linguísticos e Literários, 2009, Uberaba. Simpósio de Estudos Linguisticos e Literários, 2009. p. 84-84.

 

COUTO, E. K. N. N.. Vendem-se apartamentos ou um novo e inteligente mundo? In: XV Ciclo de Estudos sobre o Imaginário:Imaginário do Envolvimento/Desenvolvimento, 2008, Pernambuco. XV Ciclo de Estudos sobre o Imaginário. Pernambuco-Recife, 2008.

 

COUTO, E. K. N. N.. Discurso e narratividade: o imaginário do menino de rua. In: 16 Inpla Intercâmbio de Pesquisas em Lingüística Aplicada, 2007, São Paulo. 16 Inpla Intercâmbio de Pesquisas em Lingüística Aplicada- Linguagem em atividades-Caderno de resumos. São Paulo, 2007. p. 219.

 

DOURADO, Z. O mito da Cinderela em O amor nos tempos do cólera. In: XIII Encontro Goiano dos Estudantes de Letras, 2012, Goiânia. As artes e a pluralidade cultural, 2012.

 

SCHMALTZ NETO, G. F.. O imaginário sob a perspectiva ecológica da linguagem. In: II Congresso Internacional do Centre de Recherches Internationales sur l'imaginaire, 2015, Porto Alegre. Anais do II Congresso Internacional do Centre de Recherches Internationales sur l'imaginaire, 2015.

 

SCHMALTZ NETO, G. F.. Morte na gaveta: imaginário do segredo de Yagami Raito. In: XVI Ciclo de Estudos sobre o Imaginário, 2011, Pernambuco. Caderno de Resumos: Imaginário e dinâmicas do segredo, 2011. v. XVI. p. 1-171.

 

SCHMALTZ NETO, G. F.. O imaginário do abuso em Never Too Late. In: XI Colóquio da Faculdade de Letras da UFG, 2010, Goiânia. Anais do XI Colóquio da Faculdade de Letras da UFG, 2010.

 

SCHMALTZ NETO, G. F.. Modalidades dos regimes durandianos: heróica, mística e sintética. In: X Colóquio da Faculdade de Letras da UFG, 2009, Goiânia. Anais do X Colóquio da Faculdade de Letras da UFG, 2009.

 

Artigos publicados em revistas

COUTO, E. K. N. N.. Literatura e imagens em leito de folhas verdes. Letras de Hoje (Impresso), v. 44, p. 46-55, 2009.

file:///C:/Users/User/Downloads/6545-22043-1-PB.pdf

 

DOURADO PINHEIRO, Zilda; Do Couto, Elza Kioko Nakayama Nenoki. O rito de passagem da viagem em O amor nos tempos do cólera, de Gabriel García Márquez. Letrônica, v. 7, p. 868-883. 2015.

https://www.researchgate.net/publication/281578930_O_rito_de_passagem_da_viagem_em_O_amor_nos_tempos_do_colera_de_Gabriel_Garcia_Marquez

 

COUTO, E. K. N. N.. Semiótica e Imaginário no discurso do folder. Travessias (UNIOESTE. Online), v. 7, p. 205-220, 2009.

 

STRÔNGOLI, M.T; COUTO, E. K. N. N.. Religião: entre a sociedade e o imaginário. Saeculum-Revista de História, v. 30, p. 249-267, 2014.

 

STRÔNGOLI, M. T.;  COUTO, E. K. N. N. Entre La Vie Et La Mort? Le Mythe. Symbolon, v. 10, p. 78-88, 2014.

 

CASTRO, M. C. D. Qualis B3. Microtoponímia da região de Balsas (Maranhão): um estudo ecolinguístico preliminar. Via Litterae, v.7, p.47, 2015.

 

CASTRO, M. C. D. Qualis B2. Reflexões sobre aspectos lexicais na fala do sertanejo do sul do Maranhão. Caderno Seminal Digital (Rio de Janeiro). , v.19, p.182 - 208, 2013.

 

CASTRO, M. C. D., MILANI, S. E. Qualis B2. Toponímia Maranhense: um percurso semiótico do texto ao contexto sócio-histórico. Caderno Seminal Digital (Rio de Janeiro). , v.18, 202 - 217, 2012.

 

CASTRO, M. C. D., AGUIAR, M. S. Sobre a natureza dos nomes próprios toponímicos. Revista Signótica. v.21, p.391 - 415, 2010.

 

CASTRO, M. C. D., AGUIAR, M. S. O Alçamento e Abaixamento Vocálicos no Dialeto da Região do Gerais de Balsas. Revista Signótica, v.19, p.277 - 298, 2009.

 

CASTRO, M. C. D, AGUIAR, M. S. Reflexões de Aspectos Morfonêmicos das Vogais do Português. Revista Pesquisa em Foco (UEMA), v.16, p.47 - 57, 2008.

 

ARAÚJO, Gilberto P. de. Diversidade ecológica, cultural e linguística refletida no léxico de comunidades tradicionais. Cadernos de Linguagem e Sociedade, v. 14, p. 195-212, 2013. Qualis B1.

 

Outras produções bibliográficas

SCHMALTZ NETO, G. F.. Ecolinguística e imaginário: Resenha. Cadernos de Linguagem e Sociedade, v. 14, p. 315-317, 2013.

 

Dissertações

DOURADO, Zilda. O rito da viagem em O amor nos tempos do cólera, de Gabriel García Marquez. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás. Goiânia. 2013.

 

LEMES, Marília Résio. As paixões e o imaginário nas HQ’s de Monica’s Gang. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás. Goiânia. 2013.

 

SCHMALTZ NETO, Genis Frederico. Paixões e traços míticos no discurso do anime: uma análise em Death Note. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás. Goiânia. 2013.

 

BORGES, Lorena. Discurso e imaginário na constituição das escolas pioneiras: uma perspectiva ecolinguística. 2013.

 

OLIVEIRA, Hulda Gomides. O percurso de constituição do ídolo midiático: discurso e imaginário. 2012.

 

COUTINHO, Ricardo Sena. Mito e discurso do medo no filme A Vila de M.Night Shyamalan. 2012. 

 

Teses

FILHO, J. N. A.. Uma visão Ecolinguística da Folia da Roça de Formosa (GO). 2015.

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